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“Canção da Savana” inaugura série de filmes científicos da African Science Film Fellowship

Jul 22, 2024 | O Parque Nacional da Gorongosa é o cenário de um inovador projecto de comunicação científica através do cinema, com o lançamento de “Canção da Savana”, o primeiro de onze filmes da African Science Film Fellowship. Este projecto é uma colaboração entre a Africa Refocused (NEWF), o Parque Nacional da Gorongosa e o HHMI Tangled Bank Studios, visando destacar a investigação científica liderada por Africanos e remodelar a narrativa científica. “Canção da Savana” centra-se na investigação de Jonatá Caminho, um moçambicano apaixonado pela observação de aves e antigo estudante de Mestrado na Gorongosa. Jonatá estuda os impactos do fogo e dos grandes herbívoros nas aves da savana, proporcionando uma visão aprofundada dos ecossistemas de aves no Parque Nacional da Gorongosa. Através deste filme, o público é convidado a explorar a riqueza da biodiversidade e os desafios da conservação na savana africana. O segundo filme, a curta-metragem “A Rapariga da Savana” de Samira Vera-Cruz apresenta a história de Clementina da Graça Elias, que utiliza amostras de solo, câmaras remotas e o conhecimento geracional da sua Avó para investigar o impacto do fogo e dos herbívoros na vegetação da savana. Clementina, pertencente à minoria Macua do norte de Moçambique, alia o conhecimento tradicional ao estudo científico, mostrando que sonhos podem ser realizados apesar das barreiras culturais e sociais. Clementina, graduada em mestrado de Biologia da Conservação no Parque Nacional da Gorongosa, desafia as expectativas impostas às raparigas da sua comunidade, inspirando uma nova geração de jovens cientistas. “A Rapariga da Savana” é uma celebração da fusão entre o conhecimento ancestral e a ciência moderna, sublinhando o poder da educação e da perseverança. Outro filme, “Fluxo de Esperança” de Chisomo Kawaga, narra a jornada de Zito Bande, um jovem de 26 anos que cresceu numa comunidade dependente de água insalubre. Inspirado pelos seus próprios desafios de saúde, Zito torna-se um cientista focado na qualidade da água. A sua investigação na Serra da Gorongosa envolve a recolha de amostras de água e o estudo de macroinvertebrados como bioindicadores, destacando a importância da água potável para as comunidades locais. “Fluxo de Esperança” proporciona uma visão profunda sobre os ecossistemas aquáticos e a relevância da ciência liderada por Africanos na melhoria das condições de vida das comunidades que dependem destes recursos. O filme ressalta a dedicação de Zito em garantir a segurança hídrica para todos. Em “Planta a Sombra da Vida” de Carlos Naronha, Lurdes Mahale partilha como a sombra das árvores moldou a sua carreira. Estudando debaixo de uma árvore, Lurdes encontrou a inspiração para conservar as florestas de Moçambique. Com um mestrado em Biologia da Conservação, Lurdes trabalha hoje na protecção da biodiversidade, criando áreas protegidas e explorando as espécies nativas mais adequadas para a reflorestação da Serra da Gorongosa. Até ao momento, quatro filmes desta série já foram divulgados, cada um deles apresentando histórias de resiliência, inovação e paixão pela ciência. Estes filmes não apenas promovem a compreensão científica, mas também celebram a diversidade e a força das histórias Africanas. A African Science Film Fellowship é um marco na comunicação científica, demonstrando que a ciência e o cinema juntos podem inspirar mudanças e novas gerações de cientistas. Fotos e vídeos: Parque Nacional da Gorongosa

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Do Niassa ao Maputo: elefante de ferro e lã exposto no Franco-Moçambicano

Jul 9, 2024 | O Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM) acaba de receber Madala, um elefante em tamanho real feito de ferro e lã que veio da Reserva Especial do Niassa até ao Maputo para dizer que a conservação da biodiversidade é mesmo o ‘elefante na sala’ para o qual devemos voltar a nossa atenção. Esta impressionante obra de arte ficará em exposição até outubro de 2024, proporcionando aos visitantes uma experiência única e inspiradora feita a partir de materiais confiscados à caça furtiva e agora reutilizados numa manifestação artística que traz o mato para o centro da cidade. A obra representa todas as actividades ilegais que estão a afectar não só a fauna, mas também o território. Esta estrutura do tamanho de um elefante real conta também com madeiras do corte ilegal das florestas do Niassa. Madala deixou a Reserva Especial do Niassa, a maior área protegida de Moçambique e um dos últimos redutos da vida selvagem na África Austral, para partilhar uma poderosa mensagem contra a caça furtiva e em prol da conservação dos ecossistemas. Idealizada por Paula Ferro, bióloga, e Derek Littleton, Director da Fundação Lugenda e da Concessão Luwire, a escultura foi concluída em 2023 com a colaboração do escultor francês Jules Pennel e de mais de 50 membros das comunidades locais. Construído a partir de materiais reciclados de caça furtiva e coberto com uma pele tricotada em lã, Madala representa a esperança e a resiliência na luta pela protecção da fauna e flora africanas. Este projecto inovador envolveu antigos caçadores furtivos reconvertidos, guardas florestais, anjos da guarda da fauna e da natureza africanas, e as mulheres do Yao Crochet. Yao Crochet é um projecto comunitário dentro da Reserva Especial do Niassa que visa capacitar as mulheres e as comunidades locais através de brinquedos de crochet. Tem como objectivo sensibilizar a sociedade para a importância da conservação e do meio ambiente. A união entre arte e protecção ambiental é destacada pela participação colaborativa e pelo uso de materiais reciclados, transformando objectos de destruição em símbolos de conservação. À KAMBAKU, Paula Ferro, bióloga, fundadora da Yao Crochet, diz “o que me inspirou a realizar este projecto é que aprendi através dos bonequinhos de crochê que a arte e a criatividade são poderosas ferramentas para passar a mensagem da conservação, mudando a visão e a relação que as pessoas têm com seu meio ambiente. Transformando inconscientemente o negativo em positivo”, acrescentou. Fotos: CCFM/Yao Crochet

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Novas cidades mais sustentáveis e tecnológicas no continente mais novo do mundo 

Jul 1, 2024 | Desde o fim do período colonial foram construídas em África novas cidades. Após funções mais centralizadas e administrativas dos primeiros anos, a nova vaga é impulsionada pelas empresas, pela tecnologia, pela sustentabilidade e pelo talento – activos que estão a desenvolver-se rapidamente no continente mais jovem do mundo. Pesquisadores como Sina Schlimmer, do Instituto Francês de Relações Internacionais, observam, como reporta a Domus, que a ambição política agora se combina com o desejo de criar centros de conhecimento hi-tech, como a Sémé City, no Benin. Esses centros buscam desenvolver talentos locais, atrair investidores estrangeiros e promover a imagem internacional do país. Embora o investimento em startups africanas tenha caído para US$ 3,4 mil milhões em 2023 (de US$ 5 mil milhões no ano anterior), o continente tem visto um crescimento exponencial no sector. A indústria digital é vista como um motor de crescimento económico para uma população jovem e dinâmica, oferecendo soluções para necessidades locais urgentes, como saúde, agricultura e inclusão financeira. África do Sul, Nigéria, Egito e Quénia (os “Big Four”) atraem mais de 75% dos investimentos, mas enfrentam concorrência de outros países. O desenvolvimento de hubs tecnológicos e cidades inteligentes tornou-se prioridade para muitos governos. No entanto, como aponta Schlimmer, “se tentar fazer tudo, corre o risco de não fazer nada.” África enfrenta a maior pressão populacional do mundo, com expectativa de superar 2,1 mil milhões de pessoas até 2040, com pelo menos 500 milhões de pessoas a viver em áreas urbanas. Entre 1990 e 2020, quase 5.000 novos centros urbanos foram criados, enquanto megacidades como Cairo e Lagos (com mais de 20 milhões de habitantes) ou Kinshasa (17 milhões) surgiram. Uma série de iniciativas de “novas cidades” foram anunciadas ou iniciadas em África desde os anos 2000. Alguns projectos, como a futurística Akon City no Senegal, estagnaram. Outros, como Diamniadio no Senegal, estão em estado avançado, mas enfrentaram desafios para atrair novos residentes. Projectos como Konza Technopolis no Quénia progridem lentamente ou são periodicamente suspensos devido a questões políticas e económicas. Enquanto isso, novos projectos sugerem uma possível mudança na forma como instituições e urbanistas abordam a rápida urbanização. Sèmè City, no Benin é um grande eco-bairro dedicado ao conhecimento e inovação, parte de um programa de investimento governamental lançado em 2016. O projecto ocupará mais de 350 hectares em Ouidah, um importante porto de escravos no passado que o governo quer desenvolver como um local histórico e turístico. O campus abrigará 30.000 estudantes e pesquisadores, cinco clusters de treinamento e espaços de incubação para startups e indústrias criativas locais. O objectivo é criar oportunidades de emprego para jovens, promover produtos feitos em África e prevenir a fuga de cérebros. Sèmè City oferecerá serviços modernos e conectados, desde gestão otimizada de resíduos até ao transporte de baixa emissão e gestão inteligente de energia, além de edifícios académicos e residenciais sustentáveis, construídos em parceria com empresas locais. A Sherbro Island, que o actor britânico Idris Elba anunciou num acordo com o governo de Serra Leoa para desenvolver a Ilha Sherbro, no Golfo da Guiné. O plano é construir uma cidade inteligente, ecologicamente sustentável e autossuficiente em energia. Elba e o seu parceiro, Siaka Stevens, neto do ex-presidente de Serra Leoa, imaginam criar uma espécie de Hong Kong africana. O projecto Diamniadio, um novo centro urbano a 30 km do centro de Dakar, é um dos mais emblemáticos dos anos 2000. Ligado a Dakar por uma nova ferrovia e rodovia, simboliza o país emergente vislumbrado pelo presidente Macky Sall. O plano inclui moradias para 300.000 residentes, escritórios, lojas, espaços verdes e centros ministeriais e industriais. Silicon Zanzibar é um dos mais novos projectos de hubs de alta tecnologia do continente. O governo da Tanzânia espera que isso permita ao país rivalizar com o Quénia no sector e diversificar a economia de um arquipélago fortemente dependente do turismo. No centro deste plano ambicioso está a eco-sustentável e inteligente Fumba Town, construída em um local de 600.000 metros quadrados ao sul da cidade de Zanzibar. O projeto inclui 3.000 unidades residenciais, 180.000 metros quadrados de espaço comercial e um arranha-céu de 27 andares, projetado como “o prédio de madeira mais alto da África” – o Burj Zanzibar. Apesar de alguns contratempos, o desenvolvimento de Silicon Zanzibar permanece uma prioridade para a Tanzânia. Konza Technopolis, localizada a cerca de 70 quilómetros ao sul de Nairóbi, iniciou a sua construção em 2013, mas enfrentou inúmeros atrasos. Recentemente entrou na sua segunda fase, avançando em direcção ao objectivo de se tornar um símbolo de liderança digital africana e contribuir com 2% do PIB do Quénia até 2030. Ebrah, uma vila de cerca de 6.000 pessoas localizada a 40 quilómetros de Abidjan, é o centro de um projecto urbanístico dos arquitectos marfinenses Guillaume Koffi e Issa Diabaté. O seu plano para Ebrah, apresentado na Bienal de Veneza de 2023, marca uma mudança na sua trajectória, considerando o tecido urbano como um todo. Fotos e vídeo: Domus

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Foto real de flamingo “sem cabeça” ganha prémio de Inteligência Artificial

Jun 25, 2024 | A imagem “F L A M I N G O N E”, capturada por Miles Astray, causou uma enorme confusão ao vencer na categoria de Inteligência Artificial dos Prémios 1839 de Fotografia Colorida. O problema é que a foto acabou por ser desclassificada porque não foi gerada por IA, mas sim tirada pelo próprio fotógrafo em Aruba, dois anos antes. O retrato de um flamingo sem cabeça parecia saído directamente da imaginação de uma inteligência artificial. Com sua forma quase perfeitamente esférica, cor rosa vibrante e pernas esguias, a imagem exibia todas as características de uma criação digital: uma estética peculiar, proporções estranhas e partes do corpo ausentes. Contudo, a verdade veio à tona após a desqualificação de Astray, que havia ganho o terceiro lugar na categoria e o prémio de voto popular. “F L A M I N G O N E” não era fruto de um prompt de texto em ferramentas de geração de imagens, mas sim um registo autêntico de um flamingo capturado pelo fotógrafo durante uma manhã ensolarada. Astray comentou ao The Washington Post que a sua intenção era provocar uma reflexão sobre a criatividade natural em contraste com a tecnologia artificial. “A natureza é tão fantástica e criativa que eu não acredito que qualquer máquina possa superar isso,” afirmou. A polémica em torno da fotografia destaca os dilemas enfrentados por criadores e espectadores num mundo onde imagens geradas por IA são cada vez mais prevalentes e às vezes indistinguíveis da realidade. Astray provocou um debate sobre o impacto ético e cultural dessas tecnologias emergentes, levantando questões sobre autenticidade e manipulação visual. Embora desqualificado pela Creative Resource Collective por não atender aos critérios da categoria de IA, Astray considera que “F L A M I N G O N E” cumpriu o seu propósito ao gerar uma discussão significativa sobre os limites e as potencialidades da arte e da tecnologia no século XXI. Foto: Miles Astray

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Ecoluxo em bamboo como padrão de arquitectura sustentável em Zanzibar

Jun 10, 2024 | O Bamboo Zanzibar, um conceito de hotel boutique projectado pelo arquitecto espanhol Lucas Oteyza, está a redefinir o luxo sustentável na costa sudeste da ilha de Zanzibar. Situado na pitoresca linha costeira de Jambiani, o hotel oferece aos viajantes uma imersão plena na natureza, combinando paisagens florestais exuberantes com vistas hipnotizantes do oceano. A arquitectura do Bamboo Zanzibar é uma fusão harmoniosa entre o estilo vernacular africano e o design asiático. Utilizando materiais locais, como pedra natural, madeira, blocos de sandcrete, bambu e concreto cru, o hotel apresenta uma visão contemporânea de um retiro ecológico. Cada cabana em estilo triangular é construída com materiais naturais, proporcionando uma conexão íntima com o ambiente. Co-fundado e projectado por Lucas Oteyza, arquitecto principal da Bao Construction, o resort é fruto da vasta experiência de Oteyza em projectos de hotéis boutique em Zanzibar. Após completar vários projectos encomendados por clientes na ilha, Oteyza decidiu aplicar o seu conhecimento no mercado hoteleiro local para criar uma proposta única. O arquitecto, que estudou tecnologia de bambu e o seu uso na construção na Ásia, escolheu este material sustentável como elemento central de seu projecto. O bambu é integrado no design do tecto interior dos espaços compartilhados, criando uma dramática mudança de geometria. No entanto, Oteyza também adoptou o telhado de folhas de palmeira tradicionalmente encontrado na África Oriental, conhecido como “makuti”, para revestir o exterior. A utilização integrada de makuti e bambu, embutidos na vegetação tropical, cria uma extensão da natureza, uma transição harmoniosa entre os espaços construídos e o ambiente externo. Oteyza afirma que a impressionante paisagem foi o seu ponto de partida ao projectar as suítes com vista para o oceano. “A ideia era apenas sobre essa bela vista”, diz ele sobre as portas retrácteis do chão ao tecto que enquadram os suaves tons de azul do horizonte, uma faixa de verde na relva bem cuidada, a piscina de cobalto e as camadas de madeira abaixo. “É sobre as linhas quando está dentro do quarto. Tudo gira em torno das tonalidades de azul e como elas mudam com a maré. Isso é sua televisão.” As suítes estão inseridas nos penhascos, cada uma um casulo de piso de madeira terrosa e painéis de tecto com paredes de concreto cru texturizado. Os quartos são mobiliados com peças clássicas de teca, feitas por carpinteiros de Zanzibar no atelier de Oteyza. Em contraste, os Bungalows Rondo Garden estão dispostos em uma meia-lua ao redor de uma piscina turquesa cintilante, aninhada na floresta exuberante ao redor. Paredes caiadas e pisos de concreto polido são adornados com tapetes de vime, e cadeiras e armários artesanais são encontrados no interior. O Bamboo Zanzibar representa a convergência do luxo moderno com a sustentabilidade ecológica, oferecendo uma experiência única e autêntica. Fotos: wallpaper.com/Bamboo Zanzibar

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Maior cardume do mundo é destino imperdível para mergulhadores em KwaZulu-Natal

Mai 4, 2024 | O inverno é a melhor estação para mergulhar na Costa Sul de KwaZulu-Natal, quando as águas mais frias trazem o maior cardume do mundo – a anual ‘Sardine Run’, a maior migração de biomassa do planeta e um espetáculo oceânico que deve estar na lista de qualquer mergulhador. Neste evento anual, cardumes de peixes prateados dirigem-se ao norte, perto da costa, atraindo uma série de vida marinha que procura alimento em quantidade. Desde diversas espécies de aves marinha que mergulham na água, a golfinhos, tubarões e até baleias perseguem os cardumes de grandes dimensões. Os pescadores das comunidades locais que vivem na região também entram nas águas para aproveitar este festim anual, com as sardinhas a serem uma das muitas iguarias mais tradicionais, de acordo com o site Getaway. “Com dois dos melhores pontos de mergulho do mundo em Aliwal Shoal e Protea Banks, a Costa Sul de KwaZulu-Natal há muito é um destino atraente para mergulhadores de todo o mundo, mas a Sardine Run é, sem dúvida, um dos momentos mais emocionantes para experimentar esta bela parte do mundo, quando o oceano está cheio de ação”, comentou Phelisa Mangcu, CEO da South Coast Tourism and Investment Enterprise (SCTIE). “Temos vários operadores de mergulho altamente experientes prontos para ajudar com treinamento de mergulho e aluguel de equipamentos, atendendo desde novatos até experientes”, acrescenta. Roland Mauz, da African Dive Adventures, leva mergulhadores entusiastas para a experiência da Sardine Run desde o início da operação em 1996. A operação de mergulho, com base em Shelly Beach, leva os mergulhadores aos incríveis pontos de mergulho Protea Banks e Aliwal Shoal – ambas Áreas Marinhas Protegidas – e onde quer que a ação da Sardine Run esteja acontecendo. “Mergulhar na Costa Sul de KwaZulu-Natal, especialmente durante a temporada das sardinhas, é um destaque no diário de mergulho de qualquer mergulhador”, explica Mauz. “Protea Banks é um dos melhores locais de mergulho com tubarões de África, oferecendo avistamentos de tubarões em quase todos os mergulhos em qualquer época do ano. Em diferentes épocas, vemos diferentes espécies de tubarões, e os entusiastas de tubarões experientes podem ter 100% de certeza de que encontrarão o que procuram”, diz. Sobre a ‘Sardine Run’, Mauz afirma que este é um fenômeno natural mundialmente conhecido: “Experimentar este espetáculo é um privilégio que não deve ser perdido. Ao longo da Costa Sul de KwaZulu-Natal, os melhores lugares para ver a Sardine Run são em torno de Port Edward, onde os visitantes que reservam pacotes têm uma aventura incrível na natureza”. Foto: Getaway

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