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Nova direcção da ANAC chamada a expandir e consolidar rede nacional de áreas de conservação

Abr 30, 2024 |

O Governo de Moçambique empossou Pejul Calenga como novo director-geral da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) e Severiano Khoy, como seu adjunto, a quem conferiu a responsabilidade de zelar pela biodiversidade e ecossistemas. Peju Calenga sucedede no cargo a Celmira da Silva.

De acordo com a AIM, o Primeiro Ministro, Adriano Maleiane, chamou a nova direcção a expandir e consolidar a rede nacional das áreas de conservação, visando alcançar as metas nacionais e os compromissos internacionais assumidos por Moçambique. Maleiane recomendou ainda o aprimoramento dos mecanismos de prevenção e combate às práticas ilegais de mineração, caça e exploração florestal.

Na ocasião Pejul Calenga, novo director-geral da ANAC referiu que “comprometemo-nos a garantir a efectividade de gestão dos 26 por cento de todo o território sob a nossa jurisdição, criando capacidade para que realmente consigamos transformar todas as oportunidades que o capital natural nos oferece para criar benefícios e trazer, obviamente aquilo que a nação moçambicana espera, que é o conjunto composto por benefícios financeiros e também o bem-estar para todas as comunidades que se encontram ao redor das áreas de conservação”.

“Estamos sempre focados naquilo que é o desiderato que nos foi imposto, no sentido de garantir a integridade dos recursos naturais. Este é o nosso objectivo primário e vamos trabalhar para que os casos de exploração ilegal venham a diminuir a sua intensidade”, referiu Calenga.

No que se refere a uma das missões principais da ANAC, o conflito Homem-animal, o novo director-geral defende que “à medida que reforçarmos a nossa gestão das áreas de conservação, isso culminará com o aumento da população da vida selvagem, de espécies tais como elefantes e crocodilos, animais que estão largamente envolvidos na gestão do conflito”.

Por seu turno, Severiano Khoy, garantiu uma “fiscalização cerrada, de forma a reduzir a caça furtiva. Vamos também apoiar, também, as populações, na mitigação do conflito Homem-fauna bravia”.

Foto: Andrew Mcdonald/Biofund

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