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African Parks reforça programa de marcação de tartarugas no Bazaruto

Abr 23, 2024 | A equipa de conservação do Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto voltou ao terreno para a marcação de tartarugas com transmissores para estudar a forma como estes animais se movem nos oceanos relativamente às áreas de pesca. A captura de tartarugas em redes de pesca é um dos principais tipos de conflito entre humanos e vida selvagem na área protegida. Esta prática é prejudicial de várias formas. Segundo a African Parks, os pescadores precisam de retirar até 20 tartarugas de uma única rede – uma tarefa exaustiva considerando que uma única tartaruga verde pode pesar até 150 kg. Além disso, as redes são destruídas no processo, e os animais podem morrer afogados se não forem liberados rapidamente. Em colaboração com pescadores locais, a equipe do Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto marcou as três espécies de tartarugas mais frequentes – tartarugas verdes (chelonia mydas), algumas tartarugas-cabeçudas (caretta caretta) e uma tartaruga-de-pente (eretmochelys imbricata). Foram marcadas mais de 40 tartarugas no total, utilizando uma combinação de etiquetas de satélite, acústicas e de barbatana. Como explica a ONG “embora pareçam um pouco volumosas, estas etiquetas garantem uma interferência mínima nos comportamentos naturais das tartarugas. São fixadas de forma segura com epóxi, fibra de vidro e massa de aço e fornecem informações pormenorizadas de curto prazo (etiquetas de satélite), bem como sinais de uma década (etiquetas acústicas e de barbatanas), que ajudam a traçar um quadro pormenorizado dos habitats e comportamentos das tartarugas e, em última análise, informam as decisões de gestão”, explica. O Parque Nacional do Arquipélago do Bazaruto foi a primeira área de conservação marinha criada em Moçambique, em 1971. Localiza-se ao longo da costa dos distritos de Vilankulo e Inhassoro, na província de Inhambane, abrangendo as ilhas de Bazaruto, Benguerra, Magaruque, Santa Carolina e Bangué. O Parque Nacional do Arquipélago de Bazaruto é o único lugar conhecido no oeste do Oceano Índico onde todas as cinco espécies de tartarugas residentes na região fazem ninhos. A African Parks gere o Arquipélago de Bazaruto em parceria com o Governo de Moçambique desde 2017. O Bazaruto é o primeiro parque marinho a ser gerido pela African Parks. Abrange uma área de 1.430 km² de paisagem marítima produtiva, conectada por uma cadeia de cinco ilhas e alberga a maior população viável de dugongos da costa oriental de África. Fotos e Vídeos: African Parks

Primeiros encalhes de tartarugas bebés na costa de Moçambique e África do Sul

Mar 19, 2024 | Os ovos das tartarugas marinhas que nidificam na costa de Moçambique e norte da África do Sul começaram agora a eclodir e estas começaram a lançar-se ao mar aproveitando a corrente das Agulhas que as leva para sul. Mas nem todas conseguem libertar-se dos vários obstáculos e predadores. Uma tartaruga cabeçuda recém-nascida com pouco mais de seis centímetros de comprimento, foi encontrada em Muizenberg, na África do Sul, tornando-se assim no primeiro filhote da temporada de encalhes de 2024. Entre Novembro e o final de Janeiro, as tartarugas cabeçudas (caretta caretta) e tartaruga coriácea (Dermochelys coriacea) – ambas listadas como vulneráveis pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) – depositam os seus ovos durante a noite ao longo das praias de Moçambique e das regiões do norte da África do Sul. Talitha Noble, gestora de conservação de tartarugas da Two Oceans Aquarium Foundation. explica à News 24, que “devido a ferimentos, desidratação e hipotermia, alguns destes filhotes infelizmente encalham nas praias ao redor do Cabo Ocidental. Especialmente durante os ventos de costa, as pessoas devem ficar atentas a tartarugas encalhadas em nossas praias.” Mas não é fácil ver as pequenas tartarugas. Por estarem frequentemente presas nas correntes, elas encontram pedaços de algas ou outros objectos flutuantes para se esconder ou segurar quando estão no mar. É por isso que frequentemente são encontradas na praia, escondidas entre as algas e outros detritos marinhos que foram arrastados. A corrente das Agulhas, quente e movendo-se para o sul ao longo da costa leste da África, é uma das correntes oceânicas mais rápidas do mundo e, a partir de janeiro, milhares de tartarugas nascem e nadam para o mar, arriscando-se com uma ampla gama de predadores potenciais, incluindo pássaros, caranguejos e peixes. O que também é perigoso é a quantidade de plástico no oceano, que muitas tartarugas confundem com comida e ingerem.Poucas sobrevivem até a idade adulta, com estimativas variando de uma em 1.000 a uma em 10.000, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA. O Centro de Conservação de Tartarugas da Two Oceans Aquarium Foundation ajuda a aumentar as possibilidades de sobrevivência. Recebe em média entre 70 e 100 tartarugas encalhadas por ano e, em 2023, 55 de 79 tartarugas, ou 70%, em reabilitação no centro haviam ingerido plástico. A Tartaruga #1 foi encontrada em “condição corporal relativamente boa considerando o seu encalhe”, disse Noble. Para educar as pessoas sobre o que fazer com essas espécies vulneráveis e em perigo se as encontrarem, o centro de conservação do aquário realiza uma viagem anual de resgate de tartarugas. Desde filhotes até adultos, nunca é normal encontrar tartarugas encalhadas numa praia – é um sinal de que a tartaruga está em perigo e não deve ser devolvida ao mar. “A única vez que uma tartaruga voltará à praia”, diz Noble, “é quando uma fêmea precisa depositar seus ovos”. Fotos: News24/Two Oceans Aquarium

Parque Nacional de Maputo resgata 101 tartarugas e devolve-as ao seu habitat natural

Fev 11, 2024 | Os guardas-florestais do Parque Nacional de Maputo (PNM) resgataram manualmente um total de 101 pequenas tartarugas cabeçudas que estavam presas na densa vegetação das dunas, em plena época de eclosão. Durante este estágio, as tartarugas recém-nascidas emergem dos ovos que foram depositados pela progenitora na areia durante o processo de desova. Após um período de incubação, que pode durar várias semanas a alguns meses, dependendo da espécie e das condições ambientais, os filhotes quebram a casca do ovo e emergem para a superfície da areia. Em seguida, fazem seu caminho até ao oceano, onde iniciarão sua jornada de vida independente. E foi para ajudar neste processo que a equipa de conservação do PNM interveio colocando-as gentilmente em baldes e dando-lhes um ajuda até à costa, onde foram liberadas para sua primeira aventura no mar.   A história é contada pela Peace Parks Foundation numa publicação em que explica que ser uma tartaruga bebé não é tarefa fácil, pois desde o momento em que eclodem de seus ovos, enfrentam inúmeros desafios no seu caminho em direção ao oceano. As crias de tartaruga cabeçuda resgatadas nesta operação foram verdadeiramente afortunadas, já que a equipa de monitoramento de tartarugas as avistou a tempo, enquanto lutavam para se deslocar pela areia. As tartarugas cabeçudas estão classificadas como criticamente em perigo, o que significa que cada uma das 101 crias resgatadas desempenha um papel vital na sobrevivência da espécie. Estatísticas revelam que cerca de 80% das tartarugas que desovam ao longo dos 2.470 km da costa de Moçambique escolhem este trecho protegido de 100 km, resultado de uma colaboração entre a Peace Parks Foundation e a Administração Nacional das Áreas de Conservação. De acordo com a PPF, “os heróis da história fazem parte de uma equipa que protege tartarugas aqui desde 2008. Percorrem essas praias dia e noite, procurando por tartarugas que desovam ou por crias que necessitam de protecção, ou, neste caso, assistência para chegar em segurança ao oceano”. Foto: Parque Nacional de Maputo/PPF

WWF Moçambique divulga imagens de marcação de tartarugas nas Ilhas Primeiras e Segundas

Jan 16, 2024 | A WWF Moçambique divulgou imagens que destacam as actividades de marcação de tartarugas marinhas na área de protecção ambiental das Ilhas Primeiras e Segundas. O trabalho da ONG visa promover a proteccção destes animais bem como dos ecossistemas e habitats em que elas vivem. Os programas de conservação desenvolvidos no arquipélago visam também suster o excesso de caça de tartarugas de diversas espécies o que passa por um trabalho de colaboração, informação e fiscalização de atividades humanas nesta área de protecção. Uma componente importante do trabalho com as comunidades locais passa pela consciencialização sobre a importância da conservação marinha e ressaltar a riqueza dos ecossistemas presentes nestas ilhas. O vídeo lançado pela WWF Moçambique destaca a importância da conservação desses ecossistemas, focando especialmente nas actividades de marcação de tartarugas marinhas. Estes animais desempenham um papel crucial na manutenção do equilíbrio marinho, e muitas delas são espécies em perigo ou em perigo de extinção. Para Gancilei Soca, gestor de programa na WWF Moçambique, “apesar de protegidas por lei essas espécies sofrem várias ameaças na área de protecção ambiental das Ilhas Primeiras e Segundas. O WWF, em coordenação com o governo e as outras organizações da sociedade civil, trabalha há mais de 15 anos na área de protecção ambiental das Ilhas Primeiras e Segundas, criando capacidades para a protecção e a gestão sustentável dos recursos marinhos e sobretudo as espécies protegidas que estão a sofrer de ameaças”, diz. As Ilhas Primeiras e Segundas, localizadas ao largo da costa de Moçambique, são conhecidas por abrigar ecossistemas marinhos excepcionais, incluindo recifes de coral, florestas de mangal e extensos tapetes de ervas marinhas. A biodiversidade marinha e costeira nessas áreas é vasta, contribuindo para a sustentabilidade dos ecossistemas marinhos e apoiando comunidades locais que dependem dos recursos marinhos para sua subsistência. Foto e Vídeo: WWF Moçambique

Tartaruga Orera marca início de projecto de conservação nas Ilhas Primeiras e Segundas

Set 4, 2023 | Teve início um importante projecto de conservação na Área de Protecção Ambiental das Ilhas Primeiras e Segundas (APAIPS) com a marcação por satélite de uma tartaruga verde que foi baptizada com o nome Orera. Este projecto marca um marco importante na pesquisa e preservação da vida marinha na região. De acordo com informação publicada pela Biofund, a Orera, uma tartaruga verde em idade reprodutiva, foi localizada em Mucoroge, no Distrito de Moma, Província de Nampula, por agentes comunitários da APAIPS, após ser encontrada e abandonada por pescadores. Esta descoberta levou ao início de um projecto ambicioso de monitoramento de tartarugas verdes, com o objectivo de colectar dados cruciais sobre as áreas-chave de alimentação destas tartarugas na APAIPS.  Nos próximos meses, a tartaruga Orera será monitorada através de tecnologia de rastreamento via satélite, permitindo que cientistas e conservacionistas acompanhem os seus movimentos e comportamentos de alimentação. Isto proporcionará informação valiosa das áreas onde estas tartarugas passam grande parte de suas vidas, bem como informações cruciais sobre as suas rotas migratórias. A APAIPS é uma área de grande importância para a biodiversidade marinha, abrigando uma riqueza de vida marinha, incluindo tartarugas verdes, golfinhos e outras espécies marinhas ameaçadas. No entanto, a pressão das atividades humanas, como a pesca e a poluição, representa um desafio significativo para a conservação destes ecossistemas frágeis. O projecto é fruto de uma colaboração entre a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), o Cartão Bio – uma parceria entre o BCI_omeubanco e a Biofund, e o @Blue Action Fund. Foto: Biofund

Retomada a monitorização de nidificação de tartarugas nas Ilhas Primeiras e Segundas

Jul 20, 2023 | Foi reiniciada a monitorização da nidificação de tartarugas marinhas na Área de Protecção Ambiental das Ilhas Primeiras e Segundas (APAIPS) com o apoio da WWF Moçambique. O trabalho de monitorização volta, assim, este ano a ser retomado com especial incidência nas Ilhas Caldeira, Njovo e Mafamede. De acordo com informação veiculada pela WWF Moçambique, “os agentes comunitários, baseados nestas ilhas, patrulham as praias à volta das ilhas, de noite e nas primeiras horas do dia, em busca de rastros e ninhos”. “Quando encontram um rastro, procuram por um possível ninho, marcam com paus e registam a data em que foi posto. A marcação com paus permite controlar o período de eclosão do ninho, cerca de 2 meses após ter sido posto”, explica a organização. Segundo a WWF, este trabalho envolve o registo dos rastros, ninhos confirmados, dados sobre as fêmeas (tamanho, espécie, etc) e dados dos ninhos (número de ovos postos e número de crias vivas): “Após alguns anos de monitorização, poderemos ter uma estimativa da população de fêmeas de tartarugas marinhas que nidificam nas ilhas da APAIPS”. Foto: WWF/Mariano Silva

Salvar tartarugas marinhas ameaçadas com ‘domos’ feitas de madeira e cortiça

Maio 29, 2023 Num esforço inovador para preservar e proteger as tartarugas marinhas, pesquisadores e conservacionistas têm trabalhado arduamente para encontrar soluções sustentáveis. Recentemente, uma ideia original ganhou destaque: a criação de domos ou cúpulas a partir de pequenas estruturas feitas de madeira e cortiça como uma forma de equilibrar e proteger a população destes animais. O conceito foi desenvolvido por uma equipa conjunta da Wunderman Thompson Colômbia e da Banana Boat, em parceria com o Programa Colombiano de Conservação de Tartarugas Marinhas (ProCTMM). Segundo especialistas, nos últimos quatro anos, 99% das tartarugas marinhas nasceram fêmeas. Isto porque o sexo destes animais é determinado pelo calor da areia onde nascem. Se estiver abaixo de 27,7°C, nascerão machos, mas se estiver acima de 31°C, serão fêmeas. Devido ao aumento das temperaturas verificado nos últimos anos, houve uma grande diminuição na população de tartarugas de machos o que coloca problemas futuros a esta espécie. Os Domos de Ninhos são inspirados na forma orgânica das próprias conchas das tartarugas e têm como objetivo principal regular a temperatura na praia, permitindo uma proporção igual de tartarugas marinhas que nascem dentro desse espaço. Ao fornecer um abrigo mais fresco para as tartarugas e talvez até para outras espécies, os domos podem garantir o equilíbrio do ecossistema. Os Domos de Ninhos são feitos de madeira do Caribe e conchas, mas o interior é revestido com cortiça 100% biodegradável, que serve como uma fonte natural de resfriamento. O exterior possui um acabamento claro para refletir os raios solares, enquanto as janelas embutidas nos domos permitem a circulação do vento e a saída do ar quente. Também é utilizado óleo de semente de linhaça para revestir o domo e evitar a umidade quando chove. O fato de a maioria dos materiais utilizados serem provenientes de fontes locais contribui para o equilíbrio ambiental. Outro aspecto positivo desse projeto é que os planos dos Domos de Ninhos foram disponibilizados como código aberto. Isso significa que qualquer pessoa que queira construir esses domos em suas praias pode fazê-lo sem ter que comprar a ideia ou as próprias estruturas. O objetivo é garantir que as tartarugas marinhas não se tornem extintas devido ao calor extremo e ao aquecimento global. A iniciativa tem o potencial de ser facilmente replicada noutras regiões costeiras onde as tartarugas marinhas enfrentam ameaças semelhantes. Os domos feitos de barcos de banana mostram que a inovação sustentável e a colaboração entre cientistas, comunidades locais e pescadores podem levar a soluções eficazes e viáveis para a conservação da vida marinha. A proteção das tartarugas marinhas é crucial para manter o equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Essas criaturas magníficas desempenham um papel fundamental na saúde dos oceanos e são um indicador do estado de conservação dos habitats costeiros. Foto: yankodesign.com

African Parks coloca transmissores em tartarugas do Bazaruto para evitar redes de pescadores

Mai 12, 2023 O Parque Nacional do Arquipélago do Bazaruto, localizado ao largo da costa de Moçambique, tem uma enorme diversidade de vida marítima, incluindo as tartarugas marinhas. Contudo, nos últimos anos, pescadores locais têm relatado regularmente o emaranhamento dessas tartarugas nas suas redes de pesca. Essa interação não apenas compromete a pesca que é o sustento daqueles pescadores, como também coloca aqueles animais em risco de afogamento. De acordo com a African Parks (AP), que gere esta área protegida, uma equipe de investigadores está a trabalhar em estreita colaboração com os pescadores locais para encontrar uma solução no Bazaruto. Recentemente, esta equipa de cientistas identificou e resgatou sete tartarugas marinhas que estavam presas em redes de pesca. Essas tartarugas foram devidamente marcadas com transmissores de satélite de alta resolução de forma a monitorizar os seus movimentos e, através das informações recolhidas, ajudar a mitigar os riscos tanto para as tartarugas como para os pescadores. Segundo a AP a equipa de investigadores conseguiu marcar quatro tartarugas-verdes, duas tartarugas-cabeçudas e uma tartaruga-de-pente, marcando a primeira vez que tartarugas capturadas na água foram marcadas com rastreadores de satélite em Moçambique. Até agora apenas tartarugas adultas que nidificaram na praia tinham sido marcadas. Através desses novos dados, os pesquisadores esperam compreender melhor como é que as tartarugas usam as áreas que se sobrepõem às zonas de pesca e usar essas informações para evitar futuros emaranhamentos. Os dispositivos de rastreamento fornecem dados precisos de localização, que podem ser usados para criar mapas e identificar áreas onde as tartarugas provavelmente são encontradas. Ao compartilhar essas informações com os pescadores, estes podem evitar a pesca nessas áreas e reduzir o risco de emaranhamento. Além disso, a equipa de investigadores espera identificar possíveis “pontos críticos” para o emaranhamento de tartarugas e trabalhar com as comunidades locais para desenvolver e implementar estratégias de mitigação. O resgate e a marcação destas sete tartarugas marinhas é, para a AP, apenas o início deste esforço conjunto uma vez que, com os dados coletados dos rastreadores de satélite, os pesquisadores podem desenvolver uma melhor compreensão dos movimentos e comportamentos das tartarugas, trabalhando assim para um futuro sustentável tanto para as tartarugas quanto para os pescadores. O esforço colaborativo entre a equipa de investigadores e as comunidades locais de pesca destaca a importância de trabalhar em conjunto para encontrar soluções para problemas ambientais complexos. O Parque Nacional do Arquipélago do Bazaruto foi a primeira área de conservação marinha criada em Moçambique, em 1971. Localiza-se ao longo da costa dos distritos de Vilankulo e Inhassoro, na província de Inhambane, abrangendo as ilhas de Bazaruto, Benguerra, Magaruque, Santa Carolina e Bangué. O Bazaruto é o primeiro parque marinho a ser gerido pela African Parks. Abrange uma área de 1.430 km² de paisagem marítima produtiva, conectada por uma cadeia de cinco ilhas. alberga a maior população viável de dugongos da costa oriental de África. A African Parks trabalha de forma conjunta com as autoridades locais como a Autoridade Marítima e polícia local e garante um patrulhamento regular através de 53 guardas-florestais para conter atividades ilegais na região. Ver vídeo aqui. Foto: Frame do Video/African Parks

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