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Mai 20, 2024 | Welgevonden (WEL-M001) é uma chita macho de 5,5 anos de um grupo de 12 introduzidos no Delta do Zembeze em 2021.

Chita removida de área comunitária no Delta do Zambeze

Mai 7, 2024 | Uma das fêmeas de chita reintroduzida recentemente no Delta do Zambeze foi transferida após fazer uma breve visita à área comunitária desta zona de conservação integrada no complexo de Marromeu. A operação de translocação deste animal para uma zona mais interior da área de conservação de onde era originária teve como objectivo atender tanto às preocupações levantadas pelas pessoas locais como para proteger aquela chita de possíveis ameaças. De acordo com a Zambeze Delta Conservation and Anti-Poaching a operação de remoção e transferência foi bem sucedida tendo sido auxiliada por membros da comunidade local. Como se pode ler a boa notícia é que a chita estava em óptimas condições físicas e foi reintegrada com segurança na planície de inundação do Delta. Apesar de ainda não se saber o que causou a sua deslocação para tão longe da área de conservação, a equipa de consercação espera que a chita continue a permanecer na região. A operação foi garantida pela Cabela Family Foundation e executada pela Mozambique Wildlife Alliance. Fotos: Zambeze Delta Conservation and Anti-Poaching

MWA recoloca colares transmissores em duas chitas no Delta do Zambeze

Mar 5, 2024 | A Zambeze Delta Conservation (ZDC) e a Mozambique Wildlife Alliance (MWA) colocaram dois novos colares transmissores em duas chitas numa operação integrada no programa de reintrodução da espécie no complexo de Marromeu. A necessidade de intervir foi detectada pela equipa do ZDC que, segundo nota da MWA, identificou dois colares defeituosos em chitas machos, essenciais para monitorizar o sucesso da sua reintrodução na área. Estes colares funcionam como activos vitais no rastreamento e compreensão do comportamento destes animais. Para resolver o problema, a equipa veterinária da MWA foi prontamente acionada para substituir os colares defeituosos. Apesar da falha, o componente VHF dos colares permaneceu operacional, permitindo o rastreamento contínuo destes dois animais. Ao abordar rapidamente questões técnicas e garantir a funcionalidade desses colares, os esforços colaborativos na Coutada 11 permitem a gestão eficaz da vida selvagem no terreno. Estas medidas proactivas são críticas para o sucesso dos programas de reintrodução de espécies e para a conservação a longo prazo da biodiversidade dentro e no entorno do complexo de Marromeu. Estes dois machos fazem parte do programa de reintrodução de chitas neste ecossistema iniciado com a translocação de 12 animais para a Coutada 11 (ver o vídeo em baixo), provenientes de reservas da África do Sul e do Malawi, numa operação extremamente complexa que, à data, incluiu diversas organizações e pessoas como a Fundação da Família Cabela (fundada por Dick e Mary Cabela), Ivan Carter, Wildlife Conservation Alliance, ANAC, Endangered Wildlife Trust, African Parks e Zambeze Delta Conservation. Foto e Vídeo: Zambeze Delta Conservation

Duas novas chitas reforçam programa de reintrodução da espécie no Delta do Zambeze

Jan 18, 2024 | Foram reintroduzidas com sucesso duas novas chitas no Delta do Zambeze. Estas duas fêmeas desempenharão um papel crucial no crescimento populacional e no sucesso do projecto de reintrodução desta espécie naquela região do centro de Moçambique. O projecto de reintrodução começou em 2022 com a chegada de 12 chitas a uma região em que esta espécie estava virtualmente extinta. Esta história foi contada no documentário “12 Chitas”, num projecto com o mesmo nome, financiado pela Fundação Cabela. Agora, quase dois anos depois, a mesma Fundação Cabela, em parceria com a The Metapopulation Initiative e a Painted Dog TV, que financiou a movimentação destas duas fêmeas, que já começaram a mostrar sinais de adaptação nas planícies alagadas de Coutada 11, segundo publicou a Zambeze Delta Conservation and Anti-Poaching. De acordo com a mesma organização, monitorar chitas no Delta pode ser desafiador, especialmente durante a estação chuvosa mas com o recurso a horas de voo de helicóptero tem sido possível rastrear estes felinos apesar das chuvas restringirem o acesso de veículos. Segundo partilha nas redes sociais, as chitas reintroduzidas tornaram-se familiarizadas com o helicóptero devido a este monitoramento regular. A reintrodução de chitas de volta ao seu antigo habitat em Moçambique é uma conquista que requer uma enorme logística e planeamento. A reintrodução de chitas na Coutada 11 tem o potencial de expandir a área de ocorrência das chitas selvagens em 30%. Este esforço é um passo significativo na preservação da biodiversidade e na restauração do equilíbrio ecológico nesta região única. Foto: Zambeze Delta Conservation and Anti-Poaching

Nov 28, 2023 | Fotografia aérea de grupo de chitas introduzidas no Delta do Zambeze pela Cabela Family Foundation.

Out 21, 2023 | Tswalu, uma fêmea do grupo de chitas introduzidas no Delta do Zambeze pela Cabela Family Foundation num instatâneo de uma armadilha fotográfica.

Documentário conta história da reintrodução de 12 Chitas no Delta do Zambeze

Jul 2, 2022 Reintroduzir 12 Chitas de volta ao seu antigo habitat em Moçambique é uma conquista que requer uma enorme logística e planeamento. É essa complexa operação e um conjunto de imagens únicas da introdução destes carismáticos predadores que pode ser visto no filme completo desta realocação de Chitas na região centro de Moçambique do Zambeze que é produzido pela Conservation Film Company. O filme é dirigido pelo cineasta de conservação Sean Viljoen que produziu este mini-doc tendo o Delta do Zambeze, mais concretamente a Coutada 11, como cenário. Estima-se que menos de 7.000 chitas africanas vivam hoje na natureza, tendo a população total diminuído para metade nas últimas quatro décadas. Esta operação juntou diversas organizações e pessoas como a Fundação da Família Cabela (fundada por Dick e Mary Cabela), Ivan Carter, Wildlife Conservation Alliance, ANAC, Endangered Wildlife Trust, African Parks e Zambeze Delta Conservation. A reintrodução de chitas na Coutada 11 tem o potencial de expandir a área de ocorrência das chitas selvagens em 30%. O documentário foi gravado e editado ao longo de três meses e acompanhou a jornada das pessoas envolvidas na reintrodução dos doze carnívoros provenientes da África do Sul e do Malawi no ecossistema do Delta do Zambeze, em Moçambique, onde Chitas nativas são muito raras. A Conservation Film Company adota uma abordagem ágil, exigindo a capacidade de trabalhar rapidamente e discretamente, sem atrapalhar os conservacionistas no seu trabalho. “Esses projetos apresentam sempre dificuldades, devido às viagens e elementos logísticos. Geralmente estamos a filmar em locais remotos ao ar livre. Temos todos estes desafios e estamos muito limitados com a quantidade de equipamento que podemos trazer. E então, há os elementos naturais. Filmar 12 Chitas em Moçambique, com a humidade e as constantes chuvas, é uma tarefa desafiadora”, garantiu a produção. As imagens capturadas por Sean Viljoen no documentário são impressionantes e destacam a necessidade actual de produzir mais documentários sobre a vida selvagem acerca de Moçambique. Através da lente da câmara os espectadores são transportados para as paisagens remotas de Moçambique, onde a jornada das doze Chitas se desenrola. O filme não apenas captura a beleza física da região, mas também explora os esforços humanos por de trás deste projecto de conservação.

Chitas reintroduzidas na Reserva de Karingani em Moçambique

Mai 26, 2023 Quatro chitas vindas de duas reservas privadas da África do Sul foram translocadas para a Reserva de Karingani, uma área de conservação privada localizada no Distrito de Massingir, em Moçambique, junto à fronteira com o Parque Nacional Kruger, na África do Sul. A operação foi desencadeada pela Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) em colaboração com a Mozambique Wildlife Alliance e a Endangered Wildlife Trust (EWT). Duas Chitas machos e duas fêmeas foram trazidas, respetivamente, da Roam Private Game Reserve e doadas pela Beyond Phinda Private Game Reserve, e da da Dinokeng Game Reserve, situadas na África do Sul.  De acordo com um comunicado da EWT apesar de os registos de Chitas em Moçambique serem escaços “a informação obtida junto do Museu de História Natural em Maputo e do naturalista moçambicano José Tello sugerem que a espécie era abundante nos arredores de Karingani” dando assim espaço à reintrodução da espécie nesta região uma vez que foi criado nesta reserva um ”espaço seguro para conservação de chitas”.  “A EWT avaliou a reserva e determinou que agora é um espaço seguro para um florescente população de Chitas e que está pronto para o reforço populacional como parte do seu Cheetah Range Expansion Project” que procura aumentar o número de exemplares desta espécie de felinos que segundo a mesma organização conta apenas com 7,100 indivíduos a viver no seu habitat natural em África. As Chitas foram translocadas em dois movimentos separados durante a última semana de março tendo sido colocados no Predator Holding Facility de Karingani durante seis semanas de forma transitória, numa Boma, para inibir os seus instintos naturais de acolhimento e aclimatá-los ao seu novo ambiente. Após este período de adaptação as Chitas foram soltas na Reserva de Karingani no início de maio. A operação contou com a presença de membros da comunidade vizinha de Karingani, Cubo. De acordo com a MWA “a mudança foi bem-sucedida quando as chitas correram para sua nova casa”.  No ano passado a ANAC e a MWA tinham já colaborado em parceria com outras organizações para a reintrodução desta espécie em duas regiões de Moçambique. Na zona centro, na Coutada 11, situada no Delta do Zambeze com a Cabela Family Foundation e a Ivan Carter Wildlife Conservation Alliance e na região sul com a inserção no Parque Nacional do Limpopo em parceria com a Peace Parks Foundation.  Fotos: MWA

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